me da saudades de você. quando você pisa, insiste, me dói e eu fujo, você volta, me adoça, e eu tento, fugir.
vontades eu tenho, de entregar-me, inteira, plena, a você que não chamo de grande amor, como nas tantas outras vezes costumeiras.
vou ficar assim, só em mim.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
domingo, 14 de dezembro de 2008
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
ela sabe te tratar como pessoa verdadeira. ela é diferente das outras, cheias de truques. ela chega e te leva às nuvem num só envolver de dizeres, diz coisas doces, pequenas e de estima imensa.
vem com olhares e flores, coisas costumeiras. enfeita os jardins, paredes e copas. do meu coração já é amiga e sócia. e agora é assim, como um canhão com bala certeira, me acertou além do corpo, foi mais fundo, invadiu a alma, e isso para mim é coisa séria. depois que entra, não sai mais.
vem com olhares e flores, coisas costumeiras. enfeita os jardins, paredes e copas. do meu coração já é amiga e sócia. e agora é assim, como um canhão com bala certeira, me acertou além do corpo, foi mais fundo, invadiu a alma, e isso para mim é coisa séria. depois que entra, não sai mais.
Dedicado às flores, tão puras e doces, que enfeitam vidas, corredores a fora.
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