quinta-feira, 30 de outubro de 2008
eles nos matam dia após dia, sem piedade, pois eles sabem. sabem tudo. são absolutos em suas crenças vazias, tão pequenas.
seus sorrisos falsos de pouco branco entram pelos nossos olhos e nos causam revoltas. a raiva e o sangue correndo em maratona pelas veias chegam a nos dar a impressão de que podemos voar. mas não é bom.
creio que a base dessa ignorância seja a falsidade, é ela quem a sustenta em todos os momentos de olhos nos olhos, onde eles nos miram, sem brilhar, com repudia quase explicita, que queima, que mata. nos mata.
amém.
sábado, 25 de outubro de 2008
__________________________________
ah, doce menina. você tem certeza que com isso não estaria denegrindo sua bela imagem? certo. vou. mas olha. não quero comentários depois, viu. o motivo? não. não estou louca. mas digamos que estou mais informada sobre a vida e, isso me causa uma certa loucura.
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Você está em um circulo e ele está fechado. Não tem pra onde você correr. Eles te pegam, te botam lá dentro e te cercam. É perfeito. É uma figura perfeita. E você, é o alvo. Te bombardeiam, te espancam. Eles não têm dó, eles não têm sentimento nenhum, de mãe. Eles querem o seu fim. O seu fim é só para eles, é deles. O seu fim. Vai lhe custar caro, mas para eles isso não é nada. Cada dia mais que você ir além e não sair da sua mesmice, vai ser uma vitória. Uma vitória deles, não sua. Você é deles. Eles o querem, o querem e vão fazer de tudo para te ter. Eles te cercam por todos os lados, não tem por onde fugir. Vai ser assim. Até o fim. O seu fim.
Dia de Jassy!
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
A minha loucura é urgente. Ela queima nas veias e incendeia, me incendeia. Anoitece e ela desce, sobe brilhando, girando, me envolve, me enlouquece. Me pega pela cintura, me empurra, me joga, me molha. Você me tem em suas mãos, como em um corpo só, ofegante e sem receios, pudores. Vem correndo e me tire, me leve. Sou sua, você sabe, agora mais do que sempre.
Ultimamente era assim que se acariciava, religiosamente, todos os dias.
Pontas dos dedos como se fossem pedras de gelo.
Antes, seus sentimentos afloravam quando ela sorria. Seus lábios escaldavam.
Seu coração sonhava, morto. Em vão.
Os conflitos de ordem conjugal que suas pernas ao desunirem-se lhe causavam.
Ainda sentia o suar das mãos, lembrava de seu toque arrepiado, seus pudores frouxos. O frescor de seu suor, o gosto agridoce de seus gemidos. Não foi ilusão.
lamúrias
- fevereiro 2009 (2)
- janeiro 2009 (6)
- dezembro 2008 (4)
- novembro 2008 (11)
- outubro 2008 (17)
- setembro 2008 (6)
- agosto 2008 (4)
- julho 2008 (2)
- junho 2008 (1)
- maio 2008 (10)
- abril 2008 (6)
- março 2008 (3)
- fevereiro 2008 (8)
- janeiro 2008 (2)
- dezembro 2007 (8)
- novembro 2007 (3)
- outubro 2007 (5)
- agosto 2007 (2)
- julho 2007 (1)
- junho 2007 (7)
- maio 2007 (9)
- abril 2007 (8)
- março 2007 (5)
- fevereiro 2007 (12)
- janeiro 2007 (2)