segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Mesmo que sinta e que o dia acabe.
Antes, seus sentimentos afloravam quando ela sorria. Seus lábios escaldavam.
Seu coração sonhava, morto. Em vão.
Os conflitos de ordem conjugal que suas pernas ao desunirem-se lhe causavam.
Ainda sentia o suar das mãos, lembrava de seu toque arrepiado, seus pudores frouxos. O frescor de seu suor, o gosto agridoce de seus gemidos. Não foi ilusão.





Texto dedicado a Estela, amiga do sempre e, ao Eric, amigo do agora, e para o sempre comigo, alias, os dois.

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