quinta-feira, 15 de maio de 2008

Sobre a tal que lhe instigava, em vão.

Mesmo que ela não o amasse mais, sempre dele se lembrava e, o citava, como se este, ainda seu fosse. Ao perceber o erro, corria e logo o corrigia.
Em seu peito, novo homem morava, mas tenho para mim, que este novo, é apenas algo superficial e provisório. Pensei em chances, mas logo tudo passou, havia sido apenas fruto de um tolo pensamento. Que pena.
Seu novo homem, o da mocinha qual cito, vivia sobre um coração de gelatina.

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