Nada mais me vale na vida. Já foi o tempo onde eu via tudo de fora e sorria. Sorria por fora e chorava amargurada por dentro. Esse cheiro azedo, azedo que sai de meu coração agora. Em prantos me tranco e me perco, me convenço. Procuro como se fosse o próprio desespero em vão, achar uma saída para ter você. E eu vou ter. Vou ter você friamente em um quarto, a sós, comigo. Você vai pagar cada lágrima.
Minhas mãos gélidas deslizando por seu rosto assustado. Suas mãos suadas remexendo dentro dos bolsos. A luz que entra pela janela, azul esverdeada. Agora eu posso ver. Posso ver seu sangue viscoso escorrendo pelas suas pestanas. O prazer era todo, todo, todo, todo meu, meu bem. Seus olhos espantados, parados
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Respeito.